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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ciclofaixas de lazer ajudam a popularizar a bicicleta como meio de transporte em São Paulo



A cidade de São Paulo tem 119,7 quilômetros (k) de ciclofaixas de lazer. Nos domingos e feriados parte das vias dedicadas aos carros recebe uma sinalização específica na faixa esquerda para permitir o tráfego de bicicletas das 7h às 16h. Em um dos circuitos é possível pedalar desde o Parque Ibirapuera até o centro da capital, passando pela Avenida Paulista. São 41 k em um percurso que permite chegar a pontos turísticos como o Viaduto do Chá, o Teatro Municipal e o Mosteiro de São Bento. Existe ainda uma ciclofaixa definitiva de 3,3 k, em Moema, zona sul paulistana, que funciona 24 horas todos os dias.

As ciclofaixas incentivam o uso da bicicleta, aumentando a popularidade do veículo que aos poucos está sendo incorporado à matriz de transportes da cidade. ' Ela faz um apelo para as pessoas tenham a cultura da bicicleta e comecem a usar esse meio de transporte durante a semana. Mas, obviamente não é uma estrutura para a mobilidade', disse João Paulo Amaral, um dos fundadores do Bike Anjo, coletivo de ciclistas experientes que apoia iniciantes no uso da bicicleta com mais segurança.

Amaral defende uma mudança total do atual modelo de mobilidade da capital paulsita. 'Não só para a questão da bicicleta, mas para o uso da cidade pelas pessoas, envolvendo também pedestres, as pessoas que estão usando transporte público e outros meios de transporte, a gente começa a desmitificar o uso do espaço urbano, das ruas', disse.

Ainda existe, na opinião do ativista, um desequilíbrio nos investimentos do Poder Público, que priorizam o uso do carro em detrimento de outras formas de transporte. 'A questão é que a gente tem que começar a olhar o desequilíbrio de investimentos da prefeitura. Por um lado, ela vai fazer algumas ações pontuais para transporte público e pedestres, mas por outro, a prefeitura continua criando vias, construindo mais estruturas para que a gente permita vias com mais carros', declarou.

A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) informou que está estudando, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), diversas alternativas para promover a bicicleta como meio de transporte e lazer na cidade. De acordo com a secretaria, a meta da prefeitura é expandir em 150 quilômetros a malha cicloviária existente.

Além das ciclofaixas, fazem parte dos 241,4 quiLõmetros da malha cicloviária paulistana 60,4 k de ciclovias, que são vias específicas, separadas do tráfego de automóveis, para o trânsito de bicicletas. Também estão incluídos nesse número 58 k de ciclorrotas, vias de velocidade reduzida (30 quilômetros por hora) e com pequeno tráfego de automóveis por onde as bicicletas circulam próximo ao meio-fio. Contam ainda com placas e pintura no chão para alertar os motoristas.

Edição: Aécio Amado

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Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/ciclofaixas-de-lazer-ajudam-a-popularizar-a-bicicleta-como-meio-de-transporte-em-sao-paulo,4787d2b834bdd310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

Enit participará da Travelweek São Paulo em feira no Ibirapuera



O escritório de São Paulo da Agência Nacional Italiana de Turismo - Enit participará, entre os dias 16 e 19 deste mês, da Travelweek São Paulo, um dos maiores eventos de turismo de luxo da América Latina. A feira, que será realizada no Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, reunirá os principais fornecedores internacionais e consultores de viagens top premium de vários estados brasileiros. A Enit irá promover destinos de luxo que contemplam as regiões de Lazio, Veneto, Toscana, Lombardia, Sicília e Campania, dentre as quais as cidades de Roma, Veneza, Florença, Lago de Como, Taormina, Verona, Siena, além da Costa Amalfitana e Ilha de Capri.

“Nossa missão é reforçar a Itália como um dos melhores destinos de luxo do mundo. Além de dar apoio às empresas e expositores italianos presentes na Travel Week, iremos proporcionar ao público diversas opções com o que há de mais sofisticado no país”, conta o diretor da Enit para a América Latina,Salvatore Costanzo. “Afinal, os brasileiros estão entre os principais hóspedes da hotelaria de luxo na Itália, assim como nos demais serviços turísticos premium", finaliza.

Quem busca opções de luxo durante a viagem pela Itália irá encontrar desde hospedagem em grandiosos castelos, como o Villa Cimbrone, situado na cidade de Ravello, ou poderá se aventurar no Seven Star Galleria, um dos poucos hotéis sete estrelas do mundo, localizado em Milão.

O Ristorante da Nello al Montergrappa, que fica na região de Emilia Romagna, é um dos mais badalados do país. Além de admirar a Galleria Ferrari, entre Milão e Bologna, com todos os modelos já fabricados, o turista tem a possibilidade de alugar automóveis da marca e turbinar sua tour pela Itália com estilo.

Fonte: http://www.brasilturis.com.br/noticias.php?id=9177&noticia=enit-participara-da-travelweek-sao-paulo

Adventure Sports Fair terá curso de navegação no Ibirapuera


A Adventure Sports Fair, que completa 15 anos e é a maior feira de esportes e turismo de aventura da América do Sul, acontecerá em São Paulo no próximo mês. As novidades são muitas para este ano, como a parceria com a ISPO, uma das maiores feiras de esportes do mundo, que premiará os melhores produtos do ano em diversas categorias.

Além das atrações como uma nova área dedicada ao trail running, que incluirá corridas de montanha, triathlon, ultramaratona e outras modalidades praticadas em ambiente natural, tanque de mergulho, caiaque, slackline, escalada, snowboard e pista para test drive de veículos 4x4, haverá um curso de navegação de enduro a pé durante o evento.

O Sindicato dos Nutricionistas do Estado de São Paulo (SINEP) também fará medições e palestras, tirando dúvidas e atendendo os aventureiros que passarem pela Adventure Sports Fair. E para finalizar, os casais Claudia Pelegrini e Marcos Borges, com o Projeto A4pés, e o Leonardo Spencer e Rachel Paganotto, com o projeto Viajo Logo Existo, possuem o mesmo objetivo: dar a volta ao mundo. Eles apresentarão na feira o planejamento das expedições, ambos a bordo de um Land Rover Defender 110.

“Conhecer o mundo e suas diferentes culturas encaixou perfeitamente nas nossas expectativas de mudança, morar no carro e reaprender toda essa rotina do dia-a-dia seria perfeito para desapegarmos das rotinas da cidade grande e seus valores, morar no carro vai nos expor de uma forma que nem conseguimos imaginar”, disse Rachel.

O evento acontece entre os dias 1º e 5 de maio no pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, com ingressos a partir de R$ 15. A entrada é gratuita para crianças de até 10 anos e idosos com mais de 65 anos.

Fonte: http://www.webventure.com.br/bike/n/adventure-sports-fair-tera-curso-de-navegacao-de-enduro-a-pe-/32245

Dia Mundial da Doença de Parkinson é comemorado no Ibirapuera


Para lembrar o Dia Mundial da Doença de Parkinson, celebrado na última quinta-feira (11/04/13), a Associação Brasil Parkinson (ABP) promoveu neste sábado (13), na marquise do Parque Ibirapuera, em São Paulo, uma série de atividades para incentivar o diagnóstico precoce da doença.
Durante toda a manhã foram realizadas oficinas de origami, exposição de pinturas feitas por pacientes e apresentação de corais com pessoas portadoras de Parkinson.
“Queremos divulgar a doença, sensibilizar a opinião pública sobre as características da doença e, sobretudo, [informar sobre como] aprender a conviver com a doença porque não é o fim do mundo. É como diz um slogan 'Mesmo com o mal de Parkinson, você pode ficar de bem com a vida'”, disse Samuel Grossmann, presidente da associação, à Agência Brasil.
Segundo Grossmann, estima-se que 200 mil brasileiros tenham Parkinson. “Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1% da população acima dos 65 anos tem Parkinson”, disse.
“A doença de Parkinson é uma doença degenerativa, na qual ocorre degeneração das células dopaminérgicas, que produzem dopamina. Em decorrência da baixa dopamina, os pacientes passam a apresentar alguns sintomas, que chamamos de sintomas motores. Dentre eles, temos o tremor, a rigidez, o endurecimento do corpo e uma lentidão dos movimentos”, explicou a médica Vanderci Borges, neurologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e membro da Academia Brasileira de Neurologia. Segundo ela, a maior incidência da doença acontece em torno dos 60 anos. “Mas pode começar em qualquer idade, mesmo nos jovens”, alertou a médica.
Não há cura para a doença de Parkinson. No entanto, o diagnóstico precoce da doença e os tratamentos adequados podem ajudar o paciente a conviver de uma forma melhor com a doença. “Existe um tratamento para melhorar os sintomas e é importante que o paciente, quando apresente os sintomas, procure um médico para iniciar o tratamento. Ainda não existe a cura da doença, mas com o tratamento existe a possibilidade da pessoa se movimentar melhor e ter uma vida de melhor qualidade”, disse Vanderci.
“O tratamento é medicamentoso, [e consiste] basicamente na reposição da dopamina. Além disso, é importante que o paciente tenha o acompanhamento de um fisioterapeuta porque é uma doença que acomete muitos movimentos, que chamamos de movimentos automáticos, que são aqueles feitos sem pensar tais como se vestir e andar”, explicou Carolina de Oliveira Souza, fisioterapeuta especialista em neurologia.
Segundo Carolina, também é importante que o paciente tenha o acompanhamento de um fonoaudiólogo, já que, com a evolução da doença, o paciente passa a apresentar problemas com a articulação da fala.
O tratamento, de acordo com a fisioterapeuta, pode ser feito na rede pública de saúde.
Mário Jorge dos Santos, 60 anos, convive com o Parkinson há dez anos. “Essa doença é triste, mas aprendi a conviver com ela”, contou ele, que reclama principalmente das dificuldades para escrever. “Com essa doença, você não pode parar. É preciso tomar certinho os remédios que o médico passa e, ao mesmo tempo, fazer exercícios. Eu não paro”, disse Silva.
Silva contou à Agência Brasil que continua a fazer trabalhos de casa tais como lavar roupa e consertos de forma geral, além de fazer fisioterapia, caminhada e alongamento, entre outras atividades. “Não melhorei, mas o Parkinson estacionou, ficou parado”, disse.
Hoje, durante o evento no Parque Ibirapuera, Silva apresentou uma das pinturas que fez durante o seu tratamento e que estava à venda. “Já pintei vários quadros. Gosto de pintar. Aprendi na associação. Sempre morei na roça e gosto muito de mato e passarinho e pintei esse tucano aí”.
Mais informações sobre a doença estão disponíveis no site www.vivabemcomparkinson.com.br.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/noticia/254068/dia-mundial-da-doenca-de-parkinson-e-comemorado-no-ibirapuera